Como Recuperar o Microsoft Windows

sábado, 11/07/2009

Estou escrevendo esse artigo para você leitor que já viu seu computador ficar lento, mais lento do que Fiat 147® dando carona pra sogra e cunhados na subida de serra voltando da praia.

É, você sabe a raiva que tais situações dão na gente. Bom, estou escrevendo para ensinar a última alternativa antes de se utilizar da tão temida “formatação”. Não estou escrevendo esse tutorial para ensinar simplesmente a “restaurar o sistema”, muito aquém, eu detesto essa restauração do sistema que para mim sempre deixou o micro um verdadeiro “fiatinho” da década de 80. Mãos à obra, basicamente a receita que eu recomendo, baixem os softwares:

  • Revo Uninstaller®
  • CCleaner®

Bom, vamos começar o serviço. Instale os dois softwares por padrão e rode primeiramente o Revo Uninstaller. Primeiramente desinstale os softwares que você não utiliza mais. Para fazer isso, selecione o software que você não deseja mais, selecione a opção “desinstalar” e depois “Avançado”, siga todo o processo até seu final. Repita com todos os softwares indesejados.

Agora, ainda no Revo, clique na guia “limpador de arquivos lixo”, clique em “verificar” e posteriormente, selecione todos e clique em “excluir”. Bom, encerrando o uso do Revo Uninstaller®, agora vamos para o limpador do Windows®. Esse todo mundo conhece. (Iniciar, Programas, Ferramentas de Sistema, Limpeza de Disco). Com esse passo também concluído, varra seu sistema atrás de vírus e spywares, eu recomendo para isso o gratuito “Avira Antivir 9®”, rápido, leve, eficiente. Eventualmente, caso ache alguma coisa, mande diretamente excluir.

Executada essa etapa, agora devemos executar o CCleaner. No menu do programa, escolha a opção “Executar Limpeza”, não precisa se preocupar (caso não seja um usuário avançado) com as outras opções. Limpeza executada, Clique na Guia “Registro”. Nela selecione “Procurar Erros” e posteriormente “Corrigir Erros” (observe a quantidade de erros…). Embora o CCleaner ofereça “n” opções de recuperação, vou restringir-me ao básico citado aqui. Caso você tenha um conhecimento intermediário, pode (e deve) alterar os programas e serviços que se inicializam com o Windows®. Como cada micro tem suas particularidades, essa seção eu deixarei em aberto, visto a dificuldade de um usuário básico identificar e desabilitar os processos.

Agora chegou o ponto crucial desse tutorial. Pegue seu disco do Microsoft Windows®, insira-o no drive leitor de CD do seu micro e aguarde. A tela que auto iniciar-se pode (e deve) ser fechada. Com o CD no drive, abra o prompt de comando (Iniciar – Executar – digite “CMD” e tecle enter ou apenas tecle “tecla Win + R”). Em sua tela preta, digite exatamente “sfc /scannow”. Siga as instruções da tela. -Ao término do processo, novamente reinicie a máquina, abra novamente o prompt de comando (Iniciar – Executar – digite “CMD” e tecle enter ou apenas tecle “tecla Win + R”), tecle “defrag %systemdrive% -b” (A variável SYSTEMDRIVE aponta sempre para o disco rígido onde o Windows está instalado). Essa operação Desfragmentará seu Boot (processo e arquivos de inicialização do sistema). (Por Vinícius Angiolucci)- Agora, nosso processo está 95% terminado. Abra a janela “executar” novamente (iniciar – executar) ou no Windows Vista® apenas abra o iniciar, e escreva em “pesquisar” ou executar o comando “dfrg.msc”. Esse comando abrirá a janela do Desfragmentador de arquivos. Selecione cada Disco (C:, D:, E: …) e selecione “desfragmentar” para cada um deles. Esse processo pode demorar um pouco, mas é eficaz. Terminamos a recuperação do Windows®.

Não vou afirmar que seu micro que estava igual o Fiat 147 citado no começo do tutorial virou um foguete, mas posso afirmar que, se haviam arquivos corrompidos, vírus, falta de organização, essas foram corrigidas. Seu micro que era um Fiat 147 em subida de serra virará um Fiat 147 em uma descida de serra, somente com você dentro do carro. Garanto que conseguirá alguma diversão. Agora se isso não resolveu seu problema de lentidão, aí parta para a formatação com consciência.

—-Execute os passos citados nesse tutorial por conta e risco, não nos responsabilizamos por danos causados por mau uso do tutorial aqui citado—

*Em Dúvida, Não Execute o Passo Proposto*


Computação no Brasil

sexta-feira, 10/07/2009

A história do computador inicia-se em meados da década de 50. No final dessa década, o governo paulista comprou seu primeiro modelo, composto ainda na época de válvulas e transistores, era um modelo “Univac 120” que teve suas funcionalidades empregadas no cálculo do consumo de água da cidade de São Paulo. Uma curiosidade reside no fato de o primeiro computador da iniciativa privada ter sido adquirido no final da década de 50, porém a curiosidade reside no fato de seu disco rígido, com dois metros de altura por aproximadamente dois metros de altura, tinha somente 1 braço de leitura/gravação, sua capacidade era de 150 mil bytes (ou aproximadamente 147 kB), e para leitura desse conteúdo, eram demandados 5 minutos (isso mesmo) para a busca de uma informação.

Na década de 60, começam a popularizar-se e viram uma espécie de símbolo e item de status, eram o centro das atenções nos CPDs (centro de processamento de dados), onde muitas vezes eram acomodados em redomas de vidro, para sua visualização, onde todos olhavam atenta e interessadamente aquela inovação para a época.

Falando em CPD, esses eram um território estrangeiro nas empresas, somente profissionais que atuavam diretamente com os computadores atuavam, e esses funcionários tinha demasiado status, visto atividade misteriosa (na época era essa a visão) que exerciam.

Com a política conhecida de crescer “50 anos em 5” do governo Kubitschek, houve um incentivo a importação de computadores .

A cada década, a cada ano, os computadores se tornam mais importantes e notáveis no contexto nacional. Em 1970, o ministério do planejamento fez o primeiro levantamento sobre esse novo segmento, detectando que no ano haviam cerca de 600 máquinas no território tupiniquim.

Anos passam e o computador começa deixar de ser um símbolo de status, essa queda deu-se de forma gradual. Na década de 70, os ganhos das empresas de processamento de dados como a Capes, entre outras, somente aumenta extraordinariamente. Junto com essa expansão, nasceu uma preocupação, a classe de trabalhadores que lidavam diretamente com computadores não era regulamentada, o que gerava grandes frustrações e barreiras.

Com o passar de anos e anos, na década de 90 começaram a chegar ao mercado de simples mortais os computadores pessoais, (chamados PC), em uma época dominada ainda por Windows 3.11. Com a inserção no mercado do Windows 95, no Brasil houve um boom de máquinas pessoais, apoiadas principalmente pela grande evolução tecnológica, trazendo micros mais parecidos com o que usamos hoje.

Nessa época, teve grande notoriedade os modelos Itautec Infoway®, esses eram (na época) sonhos de consumo de muitas pessoas, detinha processadores poderosíssimos (na época.), placa de vídeo poderosa, viva voz para telefonia fixa (através de modem interno), microfone, controle remoto, rádio FM, placa de TV aberta (super avanço para a época) e preço em torno de R$ 6.000,00 na época.

Até hoje é de se salientar que são poucos, muito poucos os microcomputadores que detém grau de acabamento caprichado e status quanto um Infoway®, principalmente após o boom das máquinas montadas.

Meados de 1998 chegam ao Brasil o Microsoft Windows 98 ® e suas versões, não agregavam grandes melhorias em design gráfico com relação ao seu antecessor, mas até hoje é considerado um ótimo Sistema operacional. Após ele, vieram outras versões não tão importantes, e que não darei destaque nesse documento (Windows 2000®, ME®…).

Meados de 1999 e 2000 começam a surgir (de maneira expressiva) as máquinas montadas, que nada mais eram do que máquinas configuradas e montadas com hardware diverso, contribuindo para queda de preço.

Mais ou menos nessa época, houveram incentivos governamentais, taxas e classes especiais de financiamento a fim de multiplicar as residências com microcomputadores. Nessa época começaram a multiplicar-se mais do que coelho as fabricantes desses equipamentos, contribuindo ainda mais para queda de preços.

A partir desse ponto, a evolução estagnou-se, preços estabilizaram-se (com relação ao inicio da computação no Brasil e seu conseqüente custo, não considerando benefícios fiscais).

Com a globalização, o país vive certa equidade com o mercado externo (com relação à tecnologia), porém em custo ainda estamos muito elevados por barreiras fiscais que dificultam a importação.

Uma situação interessante pela qual nosso País vive é a má aceitação ao Sistema predominante, o Windows Vista ®. Com relação aos usuários domésticos, essa má aceitação se dá principalmente pela alta exigência de recursos do “novo” sistema operacional Microsoft®, tendência essa que se mantém com seu sucessor, o Windows Se7en®, fazendo muitos (como eu), serem amantes do Windows XP®. Vale Ressaltar que o Linux (Sistema operacional livre e grátis) não emplaca por enquanto, visto costume e facilidades oferecidas pelo sistema Windows ®, coisa que o Linux até oferece, mas não com tão grande grau de automação que a Família Windows ® oferece, sendo essa uma grande barreira para sua ascensão no mercado nacional.

Esse artigo teve como intuito mostrar, de forma resumida, através de um texto não (tão) cansativo como a computação inseriu-se e evoluiu no Brasil.


Microsoft Office 2010

quinta-feira, 09/07/2009

Saudações caro leitor, voltando à ativa com uma notícia que interessa a todos. Está saindo do forno o Microsoft Office 2010. Embora hajam algumas versões rodando pela internet, oficialmente ele ainda não foi lançado, sendo esse fato inclusive referido no vídeo/trailer oficial do lançamento (confira abaixo). Dentre as principais novidades, está no visual que, à primeira vista lembra muito o Office 2007, mas com novas cores, um visual mais leve e agradável de usar. Por enquanto não se tem oficialmente notícias dos novos recursos, mas a usabilidade continuará a mesma do Office 2007, com seus menus, característica essa Microsoft Office Visio, Microsoft Outlook, OneNote, Microsoft Office Project e Microsoft Publisher.

Veja o trailer oficial de lançamento do Microsoft Office 2010 e aguarde, breve um review dele aqui no Ask2Pi.


Ativando placas de rede sem fio da Broadcom no Linux

terça-feira, 09/06/2009

Com excessão do Ubuntu, ainda não encontrei nenhuma distro que reconheça e faça funcionar minha placa wireless da Broadcom sem nenhum ajuste adicional no sistema. As placas da Broadcom são muito comuns em notebooks da HP ,Dell e outros fabricantes, o que as torna  populares. Aprenda agora como ativá-las em seu GNU/Linux independentemente da distribuição que esteja utilizando.

Passo 1 – Baixando os pacotes

Para efetuar a instalação, você precisa saber a versão do kernel usada em sua distribuição:

# uname -r

Você obterá como retorno algo parecido com:

O texto retornado corresponde à versão do kernel utilizado, no meu caso, 2.6.27. No próximo passo vamos baixar os arquivos de acordo com a versão do kernel que possuimos.

Para os kernels até a versão 2.6.24, utilize esses links para baixar os arquivos necessários: b43-fwcutter e firmwareb43. Para os kernels de versão igual ou superior a 2.6.25, baixe por estes links: b43-fwcutter e firmwareb43.

Passo 2 – Instalação

2.1 – Para kernels até a versão 2.6.24

Dentro do diretório onde você salvou os pacotes do b43-fwcutter e do firmware, abra o console e digite:

# tar xfj b43-fwcutter-011.tar.bz2
# cd b43-fwcutter-011
# make

Isto vai extrair o conteúdo do pacote e compilar o fwcutter para nós. O passo seguinte, é descompactar o firmware e instalá-lo com a ajuda do fwcutter. Com o console ainda aberto, digite:

# cd ..
# tar xjf broadcom-wl-4.80.53.0.tar.bz2
# cd broadcom-wl-4.80.53.0/kmod
# ../../b43-fwcutter-011/b43-fwcutter -w /lib/firmware wl_apsta.o

Substitua o /lib/firmware pelo diretório padrão de firmwares da sua distribuição. Caso não saiba, um whereis firmware dentro do console pode ajudar. Isso já é o suficiente para que o sistema reconheça a suaplaca wireless. Reinicie o sistema para ter certeza de que os componentes recém instalados serão iniciados.

2.2 – Para kernels à partir da versão 2.6.25

Dentro do diretório onde você salvou os pacotes do b43-fwcutter e do firmware, abra o console e digite:

# tar b43-fwcutter-011.tar.bz2
# cd b43-fwcutter-011
# make

Como dito acima, isto vai extrair o conteúdo do pacote e compilar o fwcutter para nós. O passo seguinte, é descompactar o firmware e instalá-lo com a ajuda do fwcutter. Com o console ainda aberto, digite:

# cd ..
# tar xjf broadcom-wl-4.150.10.5.tar.bz2
# cd broadcom-wl-4.80.53.0/driver
# ../../b43-fwcutter-011/b43-fwcutter -w /lib/firmware wl_apsta_mimo.o

Não esqueça de substituir o /lib/firmware pelo diretório padrão de firmwares da sua distribuição. Caso não saiba, um whereis firmware dentro do console pode ajudar.  Reinicie o sistema para ter certeza de que os componentes recém instalados serão iniciados adequadamente.

A referência completa do b43-fwcutter e as versões dos firmwares, você encontra aqui.

Em um próximo artigo , vamos utilizar o wpa_supplicant para conectar nossa placa recém-instalada a um access-point que utilize encriptação WPA. Até lá!


Configurando rapidamente a rede em linha de comando no GNU / Linux

terça-feira, 09/06/2009

Todos que utilizam alguma distribuição Linux e conectam o computador à rede cabeada, provavelmente o fazem de maneira transparente, simplesmente plugando uma ponta do cabo na placa de rede e a outra ponta do mesmo cabo em algum dispositivo como switchs ou hubs, ou ainda, utilizando para configurar os IPs um assistente de interface gráfica. Até mesmo o Slackware possui um assistente em modo texto, o netconfig.

Entretanto, algumas vezes quando alguma coisa no sistema não funciona como deveria, precisamos definir essas configurações na “unha”. Existem também aqueles que gostam de aprender os comandos do terminal do Linux para serem utilizados em scripts, Patrick Volkerding  que o diga…

Passo 1 – Listando as interfaces de rede

Antes de prosseguir com a configuração, devemos nos certificar que as placas de rede estão devidamente instaladas, para isso utilizamos o comando netconfig -a. A saída no console deve ser semelhante  a da figura abaixo:

Exibição das interfaces de redeExibição das interfaces de rede

O comando ifconfig nos mostrou 3 interfaces de rede:

eth0

lo

rausb0

Em seu computador, a saída será semelhante, mas as interfaces listadas irão depender dos dispositivos que você possui instalados. Normamelte , o ifconfig irá mostrar uma ou duas interfaces, a “lo” e “eth0″.

A interface lo não existe fisicamente, é uma interface lógica utilizada para comunicação de processos do Linux, ela também existe no Windows, é a interface  de loopback.

A interface que nos interça mesmo é a eth0 (caso você possua mais de uma placa de rede, podem ser exibidas eth1, eth2, eth3 e assim por diante). Se apenas a interface lo foi listada e você tem certeza que possui uma placa de rede instalada, talvez o seu sistema ou distribuição não possuam o módulo instalado para esse modelo, mas dificilmente isso acontece com placas “cabeadas”.  Caso o problema sejam os módulos, você precisa saber corretamente o modelo de sua placa e verificar se o Linux a suporta.

Passo 2 – Ativando a placa de rede

A nossa próxima tarefa agora será escolher um meio de ativar nossa placa de rede, temos duas alternativas: via DHCP, ou configuração manual. Vamos primeiro abordar a configuração manual. Para isso, você deve saber qual a faixa de endereço de rede e máscara utilizadas em sua LAN, deve também saber o endereço do Gateway (equipamento que distibui na rede a conexão com a internet) caso exista e  os endereços DNS. Vamos lá!

2.1 – Configuração manual

No exemplo utilizaremos uma rede fictícia com a faixa de ips “192.168.0.0 / 255.255.255.0″. O nosso Gateway se encontra sobre o endereço 192.168.0.1 e como endereço do servidor DNS vamos adotar os IPs do OpenDNS.

Para ativa a nossa interface de rede eth0 com o IP 192.168.0.235 , vamos fazer:

# ifconfig eth0 192.168.0.235 netmask 255.255.255.0 up
# route add default gw 192.168.0.1

Na primeira linha, definimos o nosso IP e  a máscara utilizada pela rede e em seguida definimos o endereço do gateway, que só será usado para nos forner acesso à internet. Vamos agora adicionar os 2 endereços de DNS, para que seja possível resolver nomes de domínios em endereços IPs, os endereços utilizados aqui são do OpenDNS (www.opensns.com) , mas se preferir, você pode utilizar os do seu provedor ou algum outro que conheça o endereço:

# echo "nameserver 200.67.222.222" > /etc/resolv.conf
# echo "nameserver 200.67.220.220" >> /etc/resolv.conf

Com isso já temos nossa estação configurada, e você já deve estar na rede e navegando. Se algo deu errado, verifique se utilizou as configurações corretas de sua rede ou consulte  o Google as “man pages” ,  ou poste aqui suas dúvidas!!  ;)

2.2 – Configuração automática com DHCP

Agora vamos abordar a configuração via DHCP, onde o servidor envia toda a informação necessária (essas mesmas que informamos na mão no passo acima!) para seu computador, tornando a configuração totalmente invisível ao usuário. Vamos precisar de um cliente DHCP instalado em nosso sistema, os mais comuns são o dhcpcd e o dhclient.

A configuração é muito boba simples, utilize um dos comandos abaixo:

# dhclient eth0
ou
#dhcpd eth0

O dhcpcd pode “chiar” caso ele já esteja em execução, dizendo que você precisa parar a primeira instância do programa para iniciar uma nova, caso isso aconteça, digite:

# killall dhcpcd
# dhcpcd eth0

Com isso encerramos esse breve tutorial, que era pra ser um artigo :) Qualquer dúvida, por favor , poste um comentário, ou envie-nos via e-mail: ask2pi@hotmail.com


Traduzindo o Firefox para qualquer idioma

terça-feira, 09/06/2009

Essa é mais uma “dica relâmpago” (relâmpago tem acento no novo acordo ? :P )  do que um artigo, mas achei legal postar, então vamos lá!

Novos usuários de algumas distribuições GNU/Linux tomam um pequeno susto quando instalam o sistema e mesmo definindo o seu idioma para português brasileiro, a interface do Firefox continua em inglês. Isso é bem comum em distros que não configuram tudo de maneira automática (Slackware, cof, cof, cof, alguém tem um xarope? ).

A boa notícia é que a tradução é rápida e simples, além de funcionar em ambiente Linux ou Windows. Vamos precisar baixar duas extensões para o Firefox, o Locale Switcher e o pacote com o idioma PT-br.

Após instalar as duas extensões e reiniciar o Firefox, um novo menu chamado “Languages” (Idioma) dentro de “Tools”  (Ferramentas) vai aparecer, possibilitando a troca do idioma da interface:

interface


Saudações Visitantes!

sexta-feira, 17/04/2009

Bem Vindo ao nosso espaço, aqui, em breve, você encontrará conteúdos relacionados a área de TI (informática), bem como poderá enviar a nós as suas dúvidas para solução.

 Equipe Ask 2 Pi


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